Jogos do Alto Alentejo são modelo de descentralização, diz diretora do IPDJ

Maria Inês Guerreiro, diretora regional do IPDJ, elogiou os Jogos do Alto Alentejo como um exemplo de descentralização e inclusão desportiva em Nisa.
Fomento da descentralização desportiva no interior
Ao longo de uma intervenção realizada este domingo, no concelho de Nisa, a diretora regional do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), Maria Inês Guerreiro, destacou o papel fundamental dos Jogos do Alto Alentejo. Segundo a responsável, esta iniciativa constitui um exemplo prático e bem-sucedido da descentralização da prática desportiva em Portugal.
A estratégia de descentralização visa levar as atividades desportivas para além dos grandes centros urbanos, garantindo que as populações das regiões do interior tenham o mesmo nível de acesso e oportunidade. Ao promover eventos desta dimensão no Alto Alentejo, o IPDJ reforça o seu compromisso com a coesão territorial e com a democratização do desporto.
O conceito de "desporto para todos"
A filosofia de "desporto para todos", realçada por Maria Inês Guerreiro, é o pilar central que sustenta estas iniciativas. Este conceito baseia-se na premissa de que a atividade física deve ser inclusiva, acessível e adaptada a diferentes perfis de cidadãos, promovendo não apenas a competição, mas também a saúde e o convívio social.
Os Jogos do Alto Alentejo permitem que comunidades locais se mobilizem em torno de objetivos comuns, fortalecendo os laços sociais através da prática desportiva. Este tipo de eventos é essencial para:
- Promover a participação ativa de cidadãos de diversas idades;
- Incentivar estilos de vida saudáveis em contextos locais;
- Combater o isolamento através da integração comunitária;
- Valorizar o potencial regional através do desporto.
A valorização deste modelo de descentralização demonstra que o desenvolvimento desportivo nacional depende de uma presença ativa e estruturada em todo o território. Através do apoio de instituições como o IPDJ, é possível garantir que o desporto atue como um motor de desenvolvimento social e de igualdade de oportunidades para todos os portugueses.




