Instrutor é inocentado de suspeita no caso de morte na Ponte do Esqueleto
As autoridades descartaram a responsabilidade de João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva no desaparecimento da câmara de vídeo do incidente.
Investigação sobre o incidente
O instrutor João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, vulgarmente conhecido pelo apelido “Alemão”, foi oficialmente inocentado de qualquer suspeita relacionada com o desaparecimento da câmara de vídeo. O equipamento registava o momento do salto fatal de Maria Eduarda na zona da Ponte do Esqueleto.
A investigação centrou-se na ausência de imagens que poderiam detalhar as circunstâncias exatas do acidente. Contudo, os procedimentos de averiguação concluíram que o instrutor não teve qualquer envolvimento na remoção ou ocultação do dispositivo de gravação.
Contexto do caso
O caso de Maria Eduarda gerou grande atenção devido às circunstâncias do seu falecimento na referida estrutura. A busca por provas materiais, nomeadamente o conteúdo da câmara de vídeo, tornou-se um ponto central para as autoridades que procuram esclarecer a dinâmica do evento.
Até ao momento, os factos confirmados incluem:
- A morte de Maria Eduarda ocorreu após um salto na Ponte do Esqueleto.
- Uma câmara de vídeo que filmava o local desapareceu após o incidente.
- João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva foi alvo de escrutínio, mas foi formalmente retirado da lista de suspeitos.
Com a exclusão do instrutor do âmbito de suspeitas sobre o equipamento, as autoridades continuam a analisar outros elementos que possam ajudar a determinar se houve negligência ou se o evento foi um acidente isolado. A ausência do registo visual continua a ser um obstáculo para o encerramento definitivo do inquérito.
